Com a participação de atores de Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, 32 atores, divididos em três salas simultaneamente, fazem as mais diversas confissões ao público no espetáculo virtual “(In)Confessáveis – O Jogo da Verdade”, que o Coletivo Impermanente reestreia neste mês de janeiro. Os relatos podem ser histórias verdadeiras dos próprios atores que os interpretam, histórias verdadeiras, mas pertencentes a outro integrante do coletivo ou ainda, uma confissão completamente ficcional. A peça será transmitida nos dias 19, 20, 26 e 27/1, nas terças e quartas-feiras, a partir das 21h, pelo Zoom.
Com formato inédito (através de vídeo), o espetáculo coloca o espectador como o grande árbitro do jogo realizado ao vivo e garante não só uma interação direta com a experiência, mas também cria um estado de atenção que prende a plateia do início ao fim. Os relatos vão de simples causos do dia a dia até tópicos relevantes para a sociedade. Cada ator do grupo teatral trabalha com pelo menos duas confissões. Isso faz com que as sessões de “(IN)CONFESSÁVEIS” nunca sejam iguais umas às outras.
É o público quem decide no que acreditar. Ao final da apresentação de cada ator, uma enquete faz a pergunta: ‘Essa história é verdadeira ou falsa?’. O ator que tiver o maior percentual de verdade irá se apresentar novamente para disputar uma segunda rodada entre os mais votados de cada sala. Nessa nova rodada, elenco e público se juntam em uma única sala do Zoom, onde após as apresentações acontece um bate-papo sobre o espetáculo.
O experimento é dirigido pelo ator, diretor, roteirista e dramaturgo Marcelo Várzea. A primeira temporada aconteceu em dezembro do ano passado, e a peça reuniu um público de cerca de 1.200 espectadores, além de ter sido a atração mais vista na última edição da Virada Cultural de São Paulo, de acordo com dados da própria organização do evento.
SOBRE O COLETIVO IMPERMANENTE
O espetáculo “(IN)CONFESSÁVEIS” surgiu do aprofundamento da pesquisa de Marcelo Varzea em torno de suas primeiras obras ficcionais até então, “Silêncio.doc” e “Dolores”.
Em agosto de 2020, em meio às consequências da pandemia para a classe artística, foi inaugurada a primeira turma da oficina “Da Autoficção ao Teatro Narrativo”, uma parceria entre a Oswald de Andrade e a Poiesis, incentivadas pelo Governo do Estado de São Paulo.
Foram quatro meses de estudos teóricos e diversos exercícios práticos que permeavam a construção do Teatro Narrativo e que culminaram na criação do espetáculo “(IN)CONFESSÁVEIS” e, consequentemente, do Coletivo Impermanente.
Os ingressos disponíveis no portal Sympla, link para compra: linktr.ee/ColetivoImpermanente a partir de R$ 20.
Em agosto de 2020, em meio às consequências da pandemia para a classe artística, foi inaugurada a primeira turma da oficina “Da Autoficção ao Teatro Narrativo”, uma parceria entre a Oswald de Andrade e a Poiesis, incentivadas pelo Governo do Estado de São Paulo.
Foram quatro meses de estudos teóricos e diversos exercícios práticos que permeavam a construção do Teatro Narrativo e que culminaram na criação do espetáculo “(IN)CONFESSÁVEIS” e, consequentemente, do Coletivo Impermanente.
Os ingressos disponíveis no portal Sympla, link para compra: linktr.ee/ColetivoImpermanente a partir de R$ 20.


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